Trabalhemos todos, pela Unificação do movimento espírita!!

O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

“Dez homens unidos por um pensamento comum são mais fortes do que cem que não se entendam.”
Allan Kardec (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo – Item VI).



sábado, 9 de dezembro de 2017

Na luta vulgar

“Pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” – Paulo. (Gálatas, 6:7.) 

Não é preciso morrer na carne para conhecer a lei das compensações. 

Reparemos a luta vulgar. 

O  homem  que  vive  na  indiferença  pelas  dores  do próximo, recebe  dos  semelhantes  a  indiferença  pelas  dores  que  lhe  são próprias. 

Afastemo-nos do convívio social e a solidão deprimente será para nós a resposta do mundo. 

Se usamos severidade para com os outros, seremos julgados pelos outros com rigor e aspereza. 

Se praticamos em sociedade ou em família a hostilidade e a aversão, entre parentes e vizinhos encontraremos a  antipatia e a desconfiança. 

Se insultamos nossa tarefa com a preguiça, nossa tarefa relegar-nos-á à inaptidão. 

Um gesto de carinho para com o desconhecido na via pública granjear-nos-á o concurso fraterno dos grupos anônimos que nos cercam. 

Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria. 

O trabalho bem vivido produz o tesouro da competência. 

Atitudes  de  compreensão  e  gentileza  estabelecem  solidariedade e respeito, junto de nós. 

Otimismo  e  esperança,  nobreza  de  caráter  e  puras intenções atraem preciosas oportunidades de serviço, em nossofavor. 

Todo dia é tempo de semear. 

Todo dia é tempo de colher. 

Não é preciso atravessar a sombra do túmulo para encontrar a justiça, face a face. Nos princípios de causa e efeito, achamo-nos incessantemente sob a orientação dela, em todos os  instantes de nossa vida. 

Livro: Fonte Viva
Chico xavier/Emmanuel 

Francisco Rebouças

domingo, 3 de dezembro de 2017

Vida Feliz

LVIII
Compadece-te dos fracos.
Dá-lhes mão amiga em qualquer situação.
Além da fragilidade orgânica, são tímidos e dependentes, reconhecendo a deficiência de energias.
Ajuda-os com um sorriso afável de companheirismo, com uma promessa de silencioso apoio, mediante um gesto que lhes dê segurança.
Coloca-te no lugar deles, e faze, em seu favor, o que gostarias de receber, estando na sua situação.
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
Francisco Rebouças.

Quem deseja seguir os passos do Mestre, precisa estar bem determinado!

50 Mas os judeus incitaram algumas mulheres religiosas e honestas,
e os principais da cidade, e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé,
e os lançaram para fora dos seus termos.
51 Sacudindo, porém, contra eles o pó dos seus pés, partiram para Icônio.
Atos, 13: 50,51.
Desde os longínquos dias em que o Apóstolo Paulo de Tarso, dava início a seus primeiros labores apostólicos, como divulgador escolhido por Jesus para levar adiante a mensagem da Boa Nova, quando enfrentou todo tipo de obstáculo e seguiu resoluto enfrentando todos os tipos de contratempos até os dias da atualidade, os desafios de quem se decidiu por vivenciar em sua vida as lições do Evangelho de Jesus permanecem idênticos.
O incomparável mensageiro da palavra sublime do seu Mestre, não conseguiu lograr êxito em sua tarefa de levar os ensinamentos cristãos aos irmãos de Antioquia, de onde Paulo e Barnabé foram expulsos, mas, não se deram por vencidos e seguiram em frente sem esmorecimentos dirigindo-se para Icônio.
Sua estreia na sinagoga em Icônio provocou calorosas discussões, em virtude de que a força politica da cidade, se constituir de judeus ricos e instruídos na Lei de Moisés; mas sabe-se que os gentios representavam uma grande parte da classe média, que receberam o apóstolo e suas palavras com grande interesse, despertando a ira e a revolta dos poderosos, o que resultou em conflitos e tumultos por toda a cidade.
Os Judeus não poderiam em nenhuma hipótese aceitar um “Salvador” que se deixara crucificar sem qualquer resistência, o que para eles não passava de um ato de covardia, pois o salvador que esperavam tinha como mérito maior o instinto guerreiro, de conquistador invencível, justamente do que Jesus não tinha dado nenhuma demonstração.
Entretanto a palavra do Apóstolo sobre a figura meiga, amorosa e pacífica de Jesus, alcançara tão grande aceitação que os gentios de Icônio ofereceram-lhe um vasto salão para que lhes fosse ministrado os ensinamentos evangélicos, em todas as tardes, pois, estavam ansiosos pelas notícias e novidades contidos nos ensinamentos do Messias.
Embora diante da administração da cidade sob o domínio dos Judeus que não tardaram para reagir impondo-lhe enormes dificuldades na tentativa de intimidá-lo na missão de dedicado Discípulo do Mestre de Nazaré, ele seguiu firme sua pregação de forma resoluta e corajosa, até onde lhe foi possível…
Assim é até os dias da atualidade, os sinceros e valorosos seguidores de Jesus, que se decidirem por segui-lo com fidelidade, também não encontrarão facilidades, os adversários da Luz nos dois planos da vida estarão à espreita para influenciá-los negativamente opondo-lhes os maiores óbices, o próprio Mestre nos alertou para esse fato, quando nos asseverou “Vigiai e orai para não cairdes em tentação”. (1)
“Na epístola aos romanos, Paulo afirma que o justo viverá pela fé.
Não poucos aprendizes interpretaram erradamente a assertiva.
Supuseram que viver pela fé seria executar rigorosamente as cerimônias exteriores dos cultos religiosos.
Frequentar os templos, harmonizar-se com os sacerdotes, respeitar
a simbologia sectária, indicariam a presença do homem justo. Mas nem sempre vemos o bom ritualista aliado ao bom homem. E, antes de tudo, é necessário ser criatura de Deus, em todas as circunstâncias da existência.
Paulo de Tarso queria dizer que o justo será sempre fiel, viverá de modo invariável, na verdadeira fidelidade ao Pai que está nos céus.
Os dias são ridentes e tranquilos? tenhamos boa memória e não desdenhemos a moderação.
São escuros e tristes? confiemos em Deus, sem cuja permissão a tempestade não desabaria.
Veio o abandono do mundo? o Pai jamais nos abandona.
Chegaram as enfermidades, os desenganos, a ingratidão e a morte? eles são todos bons amigos, por trazerem até nós a oportunidade de sermos justos, de vivermos pela fé, segundo as disposições sagradas do Cristianismo”(2).
Urge dedicarmos todos os esforços no sentido de fazer a parte que nos cabe na obra da criação, independentemente das dificuldades que certamente nos estarão dificultando a caminhada, seguindo o exemplo deixado por esse ícone do Cristianismo que foi Paulo de Tarso, aprendendo com seus exemplos que o seguidor do Cristo não pode desanimar diante dos obstáculos que representam simplesmente experiências a serem adquiridas a peso de muito esforço e boa vontade.
Jesus nos sustentará nos momentos mais decisivos de nossa caminhada, em busca do encontro com Ele que nos aguarda para a justa recompensa que nos prometeu.
Referências:(1) Jesus (Mateus, 26:41).
(2) Xavier, Francisco Cândico, pelo Espírito Emmanuel. Livro Caminho, Verdade e Vida. FEB, Cap. 23.
Francisco Rebouças

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Na presença do amor

“Aquele que ama a seu irmão está na luz e nele não  há escândalo.” João. (1ª Epístola de João, 2:10.) 

Quem  ama  o  próximo  sabe,  acima  de  tudo,  compreender. E quem compreende sabe livrar os olhos e os ouvidos do venenoso visco do escândalo, a fim de ajudar, ao invés de acusar ou desservir. 

É necessário trazer o coração sob a luz da verdadeira fraternidade, para  reconhecer  que  somos  irmãos  uns  dos  outros,  filhos de um só Pai. 

Enquanto nos demoramos na escura fase do apego exclusivo a nós mesmos, encarceramo-nos no egoísmo e exigimosque os outros nos amem. Nesse passo infeliz, não sabemos querer senão a  nós próprios,  tomando  os  semelhantes  por  instrumentos  de nossa satisfação. 

Mas se realmente amamos o companheiro de caminho, apaisagem de vida se modifica, de vez que a claridade do amor nos banhará a visão. 

Ama, pois, e assim como a lama jamais ofende a luz,a ofensa não mais te alcançará. 

Saberás que a miséria é fruto da ignorância e auxiliarás a vítima do mal,  nela  encontrando  o  próprio  irmão  necessitado  de apoio e entendimento.

Aprenderás a ouvir sem revolta, ainda mesmo que o crime te procure  os  ouvidos,  e  cultivarás  a  ajuda  ao  adversário, inda mesmo quando te vejas dilacerado, porque o perdão com esquecimento absoluto dos golpes recebidos surgirá espontâneo em teu espírito,  assim  como  a  tolerância  aparece  natural  na  fonte que acolhe no próprio seio as pedras que lhe atiram. 

Ama e compreenderás. 

Compreende  e  servirás  sempre  mais  cada  dia,  porque então permanecerás sob a glória da luz, inacessível a qualquer incursão das trevas.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

O Conhecimento da Lei Natural

Depois de muitos séculos de desunião, ou, pior ainda, de estúpida e feroz hostilidade  recíproca,  eis  que  as  Igrejas  Cristãs  começam a  compreender  a conveniência  de  colocarem  em  segunda  plana as  questiúnculas  que  as  dividem,  para  darem  mais  ênfase  ao objetivo  essencial que  lhes  é  comum:  a edificação  das  almas  para  o  Bem,  dispondo-se  a  envidar  sérios  esforços  no sentido de extinguirem, em suas respectivas hostes,o malfadado sectarismo, responsável por tantos males, substituindo-o por umespírito de tolerância e de colaboração mútuas. 

Esse nobre movimento constitui, sem dúvida, uma excelente contribuição à causa da fraternidade universal. Não deve, entretanto, parar aí, mas sim evoluir até o reconhecimento de que as demais religiões, embora não cristãs, também são dignas de todo o respeito, pois na doutrina moral de cada uma delas existe algo  de sublime,  capaz  de  levar  os  seus  profitentes ao  conhecimento  e à observância da Lei Natural estabelecida por Deus para a felicidade de todas as criaturas.

Ninguém contesta ser absolutamente indispensável habituar-nos, pouco a pouco, com a intensidade da luz para que ela não nos deslumbre ou encegueça. A Verdade, do mesmo modo, para que seja útil, precisa ser revelada de conformidade com o grau de entendimentode cada um dé nós. 

Daí não ter sido posta, sempre, ao alcance de todos, igualmente dosada. 

Para os que já alcançaram apreciável desenvolvimento espiritual, muitas crenças e cerimônias religiosas vigentes aqui, ali e acolá, parecerão absurdas, ou mesmo risíveis. Todas têm, todavia, o seu valor,porqüanto satisfazem à necessidade de grande número de almas simples que aelas ainda se apegam e nelas encontram o seu caminho para Deus. 

Essas almas simples não estão à margem da Lei do Progresso e, após uma série de novas existências, tempo virá em que também se libertarão de crendices e superstições para se nortearem por princípios filosóficos mais avançados. 

Por compreender isso foi que Paulo, em sua primeiraEpístola aos Coríntios (13:11), se expressou desta forma: 
“Quando eu era menino, falava como menino, julgava como menino, discorria como menino; mas, depois que cheguei a ser homem feito, dei de mão às coisas que eram de menino.” 

Kardec, instruído pelas vozes do Alto, diz-nos que  em todas as épocas e em  todos  os  quadrantes  da  Terra,  sempre  houve homens  de  bem  (profetas) inspirados  por  Deus  para  auxiliarem a  marcha  evolutiva  da  Humanidade. 

Destarte,  “para  o  estudioso,  não  há  nenhum  sistema  antigo  de filosofia, nenhuma  tradição,  nenhuma  religião,  que  seja despicienda,  pois  em  tudo  há germes  de  grandes  verdades que, se  bem  pareçam  contraditórias  entre  si, dispersas que se acham em meio de acessórios sem fundamento, facilmente coordenáveis se vos apresentam, graças à explicaçãoque o Espiritismo dá de uma  imensidade  de  coisas  que  até  agora  se  nos afiguravam sem  razão alguma, e cuja realidade está irrecusàvelmente demonstrada”. 
(Capítulo 1º, questão 619 e seguintes.) 

Livro: AS LEIS MORAIS 
Rodolfo Calligaris 

Francisco Rebouças

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Ultrapassamos a marca das 155.000 visitas!!

Maravilhoso!!!
  
Meu muito obrigado a Deus e a todos voês meus amigos, pela boa notícia. Superamos a barreira das 155.000 visitas  ao nosso Blog Espírita.  Lembramos que a instalação do contador em nosso blog, se deu em 31/10/2009.

Que alegria...!
Com as bênçãos de Deus nosso Pai e Criador, e a orientação segura dos Espíritos amigos, continuemos levando adiante com equilíbrio e lucidez esta nossa disposição de seguir o Mestre através de Kardec.

Esperamos continuar a  merecer a confiança, a companhia e a participação de vocês amigos queridos, que são sem dúvida alguma, o nosso maior patrimônio e o combustível a nos motivar ao trabalho com alegria e com a segurança de quem caminha em boas companhias.

Que o Mestre de Nazaré, guia e modelo de toda a humanidade nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!
Nosso muito obrigado de coração!!!
Paz seja com todos!
Francisco Rebouças

Estudando o Espiritismo - E.S.E.

É de notar-se que o Cristianismo surgiu quando o Paganismo já entrara em declínio e se debatia contra as luzes da razão. Ainda era praticado pro forma; a crença, porém, desaparecera; apenas o interesse pessoal o sustentava. Ora, é tenaz o interesse; jamais cede à evidência; irrita-se tanto mais quanto mais peremptórios e demonstrativos de seu erro são os argumentos que se lhe opõem. Sabe ele muito bem que está errado, mas isso não o abala, porquanto a verdadeira fé não lhe está na alma. O que mais teme é a luz, que dá vista aos cegos. É-lhe proveitoso o erro; ele se lhe agarra e o defende.

Sócrates, também, não ensinara uma doutrina até certo ponto análoga à do Cristo? Por que não prevaleceu naquela época a sua doutrina, no seio de um dos povos mais inteligentes da Terra? É que ainda não chegara o tempo. Ele semeou numa terra não lavrada; o Paganismo ainda se não achava gasto. O Cristo recebeu em propício tempo a sua missão. Muito faltava, é certo, para que todos os homens da sua época estivessem à altura das idéias cristãs, mas havia entre eles uma aptidão mais geral para as assimilar, pois que já se começava a sentir o vazio que as crenças vulgares deixavam na alma. Sócrates e Platão haviam aberto o caminho e predisposto os espíritos. (Veja-se, na "Introdução", o § IV: Sócrates e Platão, precursores da ideia cristã e do Espiritismo.).
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. XXIII, item 9.

Francisco Rebouças

sábado, 25 de novembro de 2017

Vida Feliz

LVII
Canaliza bem a tua energia, a fim de que se não converta em presunção e violência.
Podes e deves ser enérgico nunca, porém, agressivo.
É justo que te sintas jubiloso com os teus recursos,todavia, não te tornes jactancioso.
Quando a tentação do revide perturbar-te o discernimento, reage e atua com severidade, entretanto sem exagero.
A força que edifica,também derruba.
Os fortes e temperamentais terminam os dias com os nervos em frangalhos e a sós...

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
Francisco Rebouças

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Palestras de dezembo no C.E.T.J.

C.E.T.J. - Centro Espírita Trabalhadores de Jesus
Av. Teixeira e Souza, 448
Centro - Cabo Frio - RJ.
CEP 28907-410
Telefone: (22) 2645-4468


























Francisco Rebouças

terça-feira, 21 de novembro de 2017

O Homem Bom

Conta-se que Jesus, após narrar a Parábola do Bom Samaritano, foi novamente interpelado pelo doutor da lei que, alegando não lhe haver compreendido integralmente a lição, perguntou, sutil:
– Mestre, que farei para ser considerado homem bom?
Evidenciando paciência admirável, o Senhor respondeu:
– Imagina-te vitimado por mudez que te iniba a manifestação do verbo escorreito e pensa quão grato te mostrarias ao companheiro que falasse por ti a palavra encarcerada na boca.
Imagina-te de olhos mortos pela enfermidade irremediável e lembra a alegria da caminhada, ante as mãos que te estendessem ao passo incerto, garantindo-te a segurança.
Imagina-te caído e desfalecente, na via pública, e preliba o teu consolo nos braços que te oferecessem amparo, sem qualquer desrespeito para com os teus sofrimentos.
Imagina-te tocado por moléstia contagiosa e reflete no contentamento que te iluminaria o coração, perante a visita do amigo que te fosse levar alguns minutos de solidariedade.
Imagina-te no cárcere, padecendo a incompreensão do mundo, e recorda como te edificaria o gesto de coragem do irmão que te buscasse testemunhar entendimento.
Imagina-te sem pão no lar, arrostando amargura e escassez, e raciocina sobre a felicidade que te apareceria de súbito no amparo daqueles que te levassem leve migalha de auxílio, sem perguntar por teu modo de crer e sem te exigir exames de consciência.
Imagina-te em erro, sob o sarcasmo de muitos, e mentaliza o bálsamo com que te acalmarias, diante da indulgência dos que te desculpassem a falta, alentando-te o recomeço.
Imagina-te fatigado e intemperante e observa quão reconhecido ficarias para  com  todos  os  que  te  ofertassem  a oração  do silêncio e a frase de simpatia.
Em seguida ao intervalo espontâneo, indagou-lhe o Divino Amigo:
– Em teu parecer, quais teriam sido os homens bons nessas circunstâncias?
– Os que usassem de compreensão e misericórdia para comigo – explicou o interlocutor.
– Então – repetiu Jesus com bondade –, segue adiante e faze também o mesmo.

Livro: Religião dos Espíritos – Cap. 49
Chico Xavier/Emmanuel.

Francisco Rebouças.

Seminário Anual de Confraternização da U.M.E.N.

AMIGOS,

Convidamos a todos para participar do Seminário de Confraternização Anual da UMEN. Abaixo, segue a programação. Que possamos todos estar presentes nesse momento para compartilharmos momentos de paz, reflexão e alegria junto a corações amigos. Até lá! 
























U.M.E.N. - União da Mocidade Espírita de Niterói
Rua Princesa Isabel, 45 - Bairro de Fátima, Niterói - RJ 

Francisco Rebouças

sábado, 18 de novembro de 2017

O fenômeno da morte


Presente e constante na existência humana, o fenômeno da morte constitui uma fatalidade da qual ninguém consegue eximir-se.
Ocorrendo a cada momento nas células, que também se renovam, ocasião chega em que a anóxia cerebral se encarrega de parar as funções do tronco encefálico, interrompendo a ocorrência biológica da vida física.
Todos os seres que nascem morrem, dando prosseguimento ao milagre da vida em outra dimensão, aquela de onde tudo procede.
O objetivo essencial da existência física, em consequência,  é a construção e a vivências dos valores éticos responsáveis pelo progresso incessante do Espírito até o momento em que alcança a plenitude.
Mesmo nos reinos vegetal e animal, o processo de nascimento e morte obedece à planificação do desenvolvimento evolutivo da essência divina presente em tudo e em toda parte como fundamental manifestação da vida.
Desde quando criado o ser, o deotropismo atrai-o com força dinâmica inescapável...
Ao atingir a fase do instinto, desenham-se-lhe no psiquismo, pelas experiências, os pródromos da razão, passo gigantesco no rumo da angelitude.
Fixar os valores que dignificam e elevam, que o libertam das heranças grosseiras da fase antropológica primitiva, torna-se-lhe, portanto, imposição inevitável que o arrasta no rumo da ascese, que se lhe constitui meta a ser conquistada.
Passo a passo, experiência após vivência, a ânsia de alcançar a paz e a sabedoria estimula-o ao prosseguimento, mesmo quando sob ações penosas do sofrimento, decorrente da desatenção e da rebeldia ante as leis que regem o universo.
Parte integrante do Cosmo, essa unidade minúscula que é o ser humano, à semelhança de uma miocropartícula que forma a unidade atômica, deve manter a sua constância sob o comando da consciência lúcida que reflete o estágio em que se encontra.
As ocorrências desastrosas por falta de discernimento, por teimosia dos instintos agressivos, retardam-lhe a marcha, sem dúvida, porém, não impedem que ocorram novas oportunidades vigorosas em provações ou expiações pungitivas que se encarregam de corrigir as anfractuosidades morais e os desvios comportamentais, impondo a conduta correta como a solução adequada para o equilíbrio e o bem-estar.
Viver é automático, porém, bem viver, selecionando as questões que promovem os sentimentos e a inteligência em níveis mais elevados, para a conquista da sabedoria, deve ser o objetivo de máxima importância para todo viajante na indumentária carnal.
Sócrates, totalmente lúcido e decidido a demonstrar a sua grandeza moral em fidelidade a tudo quanto ensinou e viveu, recebeu a morte como um grande bem.
Instado a fugir por Críton, que houvera organizado um plano audacioso com os seus demais amigos, surpreendeu-se e o repreendeu, demonstrando que as leis, mesmo quando injustas, devem ser obedecidas, de modo que a sociedade aprenda a estabelecer códigos de nobreza.
Caso fugisse, evidenciaria que era realmente o que dele diziam os inimigos, especialmente aqueles que o levaram ao tribunal com infâmias grosseiras.
E sofismando a respeito da existência, qual fizeram antes os juízes, anuiu com tranquilidade à sentença infame, demonstrando que a existência física é uma experiência de iluminação e não uma pousada para o prazer infinito.
Buda, de igual maneira, despedindo-se dos discípulos que aguardavam mais informações, a fim de darem continuidade à divulgação dos seus pensamentos, informou que lhes legava o dharma – a ordem universal imutável – e, serenamente abandonado por muitos que antes o assistiam, silenciou a voz e retornou à pátria da imortalidade.
Jesus é o exemplo máximo, porque no auge dos sofrimentos pôde pronunciar frases que assinalariam com vigor a sua despedida, desde o perdão aos crucificadores que não sabiam o que estavam fazendo (Lucas, 23:34), até entregar a mãezinha aos cuidados do discípulo amado e este ao seu carinho (João, 19:26-27), rompendo os laços da consanguinidade terrestre em favor da fraternidade universal.
Foi mais além, dialogando com o ladrão que lhe suplicava ajuda e socorrendo-o com a resposta da sublime esperança da sua entrada no reino dos Céus (Lucas, 23:43), assim que se desvencilhasse das asperezas dos erros, e se cumprisse tudo para quanto viera, num inolvidável silêncio após o tudo consumado(João, 19:30).
Logo mais, porém, retornava em júbilo na madrugada esplendente de sol e de beleza, confirmando a imortalidade e o triunfo da vida sobre contingência material, de modo que os amigos e quantos outros que o viram pudessem superar a injunção corpórea e voar nos rumos do Infinito.
Francisco de Assis, sofrido pela ingratidão de alguns dos melhores companheiros, ferido e maltratado, sem forças nem resistências orgânicas, exauriu-se lentamente, cantando sempre até o último hausto, a ponto de ser censurado por tanta alegria...
Todos aqueles que descobriram a imortalidade enfrentaram o fenômeno da consumpção dos tecidos orgânicos com estoicismo e naturalidade, alegrando-se com o término da tarefa terrestre abraçada, de modo a retornarem vitoriosos ao grande Lar de onde partiram no rumo do planeta terrestre.
*
Reflexiona diariamente a respeito da tua partida em direção à imortalidade, preparando-te, a fim de que não te fixes em interesses mesquinhos retentivos da retaguarda material.
Treina o pensamento em considerações constantes em torno da desencarnação, porquanto ela chegará, talvez, quando menos a esperes.
Se tiveres a felicidade de enfermar por longo prazo, diluindo os liames retentivos do corpo físico, isto será uma bênção.
Mas se fores convocado repentinamente, deixa-te conduzir com alegria, certo de que viverás.
Nada obstante, prepara-te conscientemente para enfrentar esse fenômeno terminal, agradecido ao corpo que te vem servindo de instrumento para a evolução, bem como a tudo quanto te ocorre na atual conjuntura evolutiva.

Joanna de Ângelis.
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na tarde de 2 de junho de 2014, na residência de Dominique e Armandine Chéron, em Vitry-sur-Seine, França.

Francisco Rebouças

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

REMANSO FRATERNO!

CAROS AMIGOS, O REMANSO FRATERNO PRECISA E CONTA COM A COLABORAÇÃO DE TODOS OS CORAÇÕES SENCÍVEIS, PARA CONTINUAR O BELO TRABALHO DE EDUCAR AS 220 CRIANÇAS, QUE LÁ RECEBEM TODA ASISSTÊNCIA  QUE PRECISAM PARA SE TORNAREM HOMENS E MULHERES DE BEM NO PORVIR!

Imagine que você é uma criança de baixa renda e tem a oportunidade de frequentar uma escola de alta qualidade, porém não tem como chegar lá. Essa é a realidade das 220 crianças que nós do Remanso Fraterno atendemos.

A educação é a chave para mudanças substanciais no país. Toda nossa estrutura educacional está pronta, mas agora nossas crianças contam com sua colaboração para ir e voltar de nossa escola. Garantindo seu calendário Remanso Fraterno 2018, você contribui com o transporte das nossas crianças. Faça parte!
















Saiba mais em:
https://www.kickante.com.br/campanhas/remanso-fraterno-transporte-para-nossos-alunos


Francisco Rebouças

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Precisamos investir no amor!

“Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre.” – Paulo. (Filipenses, 4:20.)

O Amor é Deus, Deus é amor!
Por isso é que o amor é a substância criadora e mantenedora do Universo, porque é de essência Divina. O amor é o estágio mais elevado do sentimento.
O homem só atinge a plenitude quando ama. Enquanto simplesmente exige atenção, compreensão, amor dos semelhantes, está se esquecendo da necessidade de amar sem exigir retribuição.
No atual estágio social da humanidade hodierna, a conotação de amor sofre a desvalorização do seu verdadeiro sentido para confundir-se, com o tormento sexual que não passa de instinto mal direcionado. No seu perfeito sentido, o amor une as almas, produzindo felicidade e paz.
Jesus o mestre maior, detentor de todas as virtudes, sintetizou o amor como sendo a única diretriz segura pela qual lograremos a ascensão espiritual almejada por todos nós.
O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso feito. Em sua origem, o homem só tem instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres; extingue as misérias sociais. Ditoso aquele que, ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento! ditoso aquele que ama, pois não conhece a miséria da alma, nem a do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado, fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou a divina palavra – amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo”. (1)
O Amor é um tesouro que quanto mais se reparte, mais cresce e se multiplica, porque a migalha de nossa doação em proveito de outrem é imediatamente centuplicada conforme me nos asseguram os Imortais da Vida Maior.
Assim como o ar é fundamental para nossa vida material, o amor torna-se indispensável para a felicidade e a paz de todos os seres criados pela Inteligência Suprema, para a destinação maior que nos está assegurada que é a perfeição espiritual.
Quando o sentido verdadeiro do amor é confundido com o caráter de sensualidade na busca da satisfação dos prazeres imediatos da matéria, de forma desregrada e irresponsável, desvia-se de sua função maior e Divina que é a procriação e manutenção da espécie, e por essa razão, transforma-se em motivos de dores e sofrimentos tão facilmente constatados no dia a dia de nossa sociedade e não atende as finalidades para as quais se destina.
O prazer legítimo decorrente da vivência do amor na vida diária do ser humano é a alegria e a felicidade de ser útil, de amar a Deus e ao próximo sem exigências descabidas e sem intenções ocultas do recebimento de contrapartidas, isto é, “fazer o bem sem olhar a quem”.
O amor é um sentimento libertador, espontâneo que se irradia e contagia os envolvidos com seu perfume natural impregnando o ambiente em que se realizam atividades de cunho ético, moral superior. Quando se diz eu amo, e se associa esse amor à necessidade que se tem do outro, estamos fazendo uso equivocado da expressão em seu sentido verdadeiro de amar, que não está vinculado a qualquer situação de dependência.
Precisamos aprender a cuidar do desenvolvimento dessa semente que trazemos como condição impostergável para o crescimento moral espiritual de cada um de nós filhos de Deus. Somos sementes que contêm a essência divina que o Pai criador nos assegurou para a construção de nossa felicidade e pureza espiritual.
Haja, pois, o que houver, amemos cada vez mais para desfrutarmos o quanto antes do nosso próprio estado de equilíbrio e paz de interior!
Referência:(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB. 112ª edição. Cap. XI, item 8.
Francisco Rebouças

Estudando o Espiritismo - A Gênese

37. - Sendo o mesmo o perispírito, assim nos encarnados, como nos desencarnados, um Espírito encarnado, por efeito completamente idêntico, pode, num momento de liberdade, aparecer em ponto diverso do em que repousa seu corpo, com os traços que lhe são habituais e com todos os sinais de sua identidade. Foi esse fenômeno, do qual se conhecem muitos casos autênticos, que deu lugar à crença nos homens duplos. (3)

(3) Exemplos de aparições de pessoas vivas: Revue Spirite, de dezembro de 1858, págs. 329 e 331; - fevereiro de 1859, pág. 41; - agosto de 1859, pág. 197; - novembro de 1860, pág. 356.

Fonte - A Gênese - Cap. XIV.

Francisco Rebouças

sábado, 11 de novembro de 2017

Ensinamento Espírita!

"Só se pode definir por propriedade legítima, aquela que foi ou que é, adquirida com trabalho honesto, sem causar qualquer tipo de prejuízo para outrem. Porque é da Lei Maior a recomendação de não fazer a outrem o que não quereríamos que nos fizessem.

Assim sendo,  ilegítima e mesmo condenável é qualquer ação de aquisição, que não leve em consideração essa lei natural."


Francisco Rebouças

AS TRÊS FILHAS DA BÍBLIA.

Sob este título, o Sr. Hippolyte Rodrigues publicou uma obra na qual prevê a fusão das três grandes religiões descendentes da Bíblia. Um dos escritores do jornal lê Pays fez a esse respeito ás reflexões seguintes, no número de 10 de dezembro de 1866:
"O que são as três filhas da Bíblia? A primeira é judia, a segunda é católica, a terceira é maometana.
"Compreende-se em consequência que se trata aqui de um livro sério, e que a obra o Sr Hippolyte Rodrigues interessa especialmente aos espíritos sérios que se comprazem nas meditações morais e filosóficas sobre o destino humano.
"O autor crê numa próxima fusão das três grandes religiões que se chama as três filhas da Bíblia, e trabalha para conduzir a esse resultado, no qual vê um progresso imenso. É desta fusão que sairá a religião nova que considera como devendo ser a religião definitiva da Humanidade.
"Não quero iniciar aqui, com o Sr. Hippolyte Rodrigues, uma polêmica inoportuna sobre a questão religiosa que agita há tantos anos no fundo das consciências e nas entranhas da sociedade. Permito-me, no entanto, uma reflexão. Quero fazer aceitar a crença nova pelo raciocínio. Até este dia, não há senão a fé que tenha fundado e mantido as religiões, por esta razão suprema de que, quando se raciocina, não se crê mais, e quando um povo, uma época, deixou de crer, vemos logo ruir a religião existente, não se vê levantar a religião nova."
A.DECÉSENA.
Essa tendência, que se generaliza, de prever a unificação dos cultos, como tudo o que se liga à fusão dos povos, à diminuição das barreiras que os separam moralmente e comercialmente, é também um dos sinais característicos dos tempos. Não julgaremos a obra do Sr. Rodrigues, tendo em vista que não a conhecemos; não temos, não mais, a examinar, para o momento, por quais circunstâncias poderá ser trazido o resultado que espera, e que considera a justo título como um progresso; queremos somente apresentar algumas observações sobre o artigo acima.
O autor está num grande erro quando diz que "quando se raciocina não se crê mais." Dizemos, ao contrário, que quando se raciocina sua crença, se crê mais firmemente, porque se a compreende; foi em virtude deste princípio que dissemos: Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade.
O erro da maioria das religiões é de haver erigido em dogma absoluto o princípio da fé cega, e de haver, em favor desse princípio, que anula a ação da inteligência, feito aceitar, durante um tempo, as crenças que os progressos ulteriores da ciência vieram contradizer. Disto resultou, num grande número de pessoas, essa prevenção de que toda crença religiosa não pode suportar o livre exame, confundindo, numa reprovação geral, o que não eram senão casos particulares. Esta maneira de julgar as coisas não é mais racional de que se condenasse todo um poema, porque encerraria alguns versos incorretos, mas é mais cômoda para aqueles que não querem crerem nada, porque, rejeitando tudo, se creem dispensados de nada examinar.
O autor comete um outro erro capital quando diz: "Quando um povo, uma época deixou de crer, vê-se logo ruir a religião existente, não se vê levantar a religião nova."
Onde viu ele, na história, um povo, uma época sem religião?
A maioria das religiões nasceram nos tempos recuados, quando os conhecimentos científicos eram muito limitados ou nulos; elas erigiram em crenças noções errôneas, que só o tempo poderia retificar. Infelizmente, todas foram fundadas sobre o princípio da imutabilidade, e como quase todas confundiram, num mesmo código, a lei civil e a lei religiosa, tendo disto resultado que, num momento dado, o espírito humano, tendo caminhado, ao passo que as religiões permaneceram estacionárias, estas não se encontraram mais à altura das ideias novas. Elas caem, então, pela força das coisas, como caem as leis, os costumes sociais, os sistemas políticos que não podem responder às necessidades novas. Mas como as crenças religiosas são instintivas no homem, e constituem, pelo coração e pelo espírito, uma necessidade tão imperiosa quanto à legislação civil para a ordem social, elas não se aniquilam: elas transformam-se.
A transição não se opera jamais de maneira brusca, mas pela mistura temporária das ideias antigas e das ideias novas; é de início uma fé mista que participa de umas e das outras; pouco a pouco a velha crença se extingue, a nova cresce, até que a substituição seja completa. Por vezes, a transformação não é senão parcial; são então as seitas que se separam da religião mãe modificando alguns pontos de detalhe. Foi assim que o Cristianismo sucedeu ao paganismo, que o Islamismo sucedeu ao fetichismo árabe, que o Protestantismo, a religião grega, se separaram do Catolicismo. Por toda a parte veem-se os povos não deixara crença senão para tomar uma apropriada ao seu estado de adiantamento moral e intelectual; mas em nenhuma parte há solução de continuidade.
Em nossos dias se vê, é verdade, a incredulidade absoluta erigida em doutrina e professada por algumas seitas filosóficas; mas seus representantes, que constituem uma ínfima minoria na população inteligente, têm o erro de se crerem todo um povo, toda uma época, e porque não querem mais religião, pensam que sua opinião pessoal é o encerramento dos tempos religiosos, ao passo que não é senão uma transição parcial para uma outra ordem de ideias.
Fonte: Kardec, Allan - Revista Espírita – Fevereiro de 1867.
Francisco Rebouças

Brasil coração do mundo...

https://youtu.be/_a9tpJnGcbw

Homenagem a Chico Xavier

Haroldo Dias Dutra - As cartas de Paulo

Haroldo Dutra - Jesus o Médico da Almas

https://youtu.be/Uk7OUvyGCZU



Divaldo Franco

https://youtu.be/OVbstbRFs9M

Entrevista sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis...

Reencarnação é uma realidade

Palestra O trabalho no Bem - Cristiane Parmiter

Palestra: As Leis Divinas e nós - Cristiane Parmiter

Palestra: Benevolência - Cristiane Parmiter

Palestra: Jesus e o Mundo - Cristiane Parmiter

Palestra: A Dinâmica do Perdão - Cristiane Parmiter

Palestra: Perante Jesus - Cristiane Parmiter

Palestra AVAREZA - Cristiane Parmiter

Palestra Obediência Construtiva - Cristiane Parmiter

Palestra Tribulações - Cristiane Parmiter

Palestra Conquistando a Fé - Cristiane Parmiter

Palestra Humildade e Jesus - Cristiane Parmiiter

Palestra Renúncia - Cristiane Parmiter

Rádios Brasil

Simplesmente Espetacular!!!

Professora Amanda Gurgel

Andrea Bocelli & Sarah Brightman - Time To Say Goodbye

De Kardec aos dias de hoje

Madre Teresa

As Mães de Chico Xavier

Reencarnação - Menino Piloto

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Muitas Vidas

Espiritismo: família de Andrea Maltarolli mantém contato com a autora - Mais Você - GLOBO

Divaldo Franco

ESPIRITISMO - CHICO XAVIER - REPORTAGEM DO FANTASTICO - OS SEGREDOS DE CHICO

Entrevista com Divaldo Franco

Sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis, e muito mais, confira. 1ª Parte 2ª Parte

Oração de Gratidão - Divaldo Franco

Chico Xavier

Chico Xavier no Fantástico

Chico Xavier (2010) trailer oficial

Página de Mensagens

Nesta página estarei lançando variadas páginas de conteúdo edificante para nosso aprendizado.

Francisco Rebouças.

1-ANTE A LIÇÃO

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as
estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo."

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos
apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

NO CAMPO FÍSICO

"Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:44.)

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade.

A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos.

A sementeira comum é símbolo perfeito.

O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos.

Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol.

A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto.

Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina.

O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo "semeia-se". Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza.

Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros.

Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.

E N T R E I R M Ã O S
Olympia Belém (Espírito)[1]

Estes são tempos desafiadores para todos os que buscam um mundo melhor, onde reine o amor, onde pontifique a fraternidade, onde possam florir os mais formosos sentimentos nos corações.
Anelamos por dias em que a esperança, há tanto tempo acariciada, possa converter-se em colheita de progressos e de paz.
Sonhamos com esse alvorecer de uma nova era em que o Espiritismo, transformado em religião do povo, apresentando Jesus às multidões, descrucificado e vivo, possa modificar as almas, para que assumam seu pujante papel de filhas de Deus no seio do mundo.
Entrementes, não podemos supor que esses ansiados dias estejam tão próximos, quando verificamos que há, ainda, tanta confusão nos relacionamentos, tanta ignorância nos entendimentos, tanta indiferença e ansiedade nos indivíduos, como se vendavais, tufões, tormentas variadas teimassem em sacudir o íntimo das criaturas, fazendo-as infelizes.
A fim de que os ideais do Cristo Jesus alcancem a Terra, torna-se indispensável o esforço daqueles que, tendo ouvido o cântico doloroso do Calvário, disponham-se a converter suas vidas na madrugada luminosa do Tabor.
O mundo terreno, sob ameaças de guerras e sob os rufares da violência, em vários tons, tem urgência do Mestre de Nazaré, ainda que O ignore em sua marcha atordoada, eivada do materialismo que o fascina, que o domina e que o faz grandemente desfigurado, por faltar sentido positivo e digno no uso das coisas da própria matéria.
Na atualidade, porém, com as advertências da Doutrina dos Espíritos, com essa luculenta expressão da misericórdia de Deus para com Seus filhos terrenos, tudo se torna menos áspero, tudo se mostra mais coerente, oferecendo-nos a certeza de que, no planeta, tudo está de conformidade com a lei dos merecimentos, com as obras dos caminheiros, ora reencarnados, na estrada da suspirada libertação espiritual.
"A cada um segundo as suas obras" aparece como canto de justiça e esperança, na voz do Celeste Pastor.
Hoje, reunidos entre irmãos, unimo-nos aos Emissários destacados do movimento de disseminação da luz sobre as brumas terráqueas, e queremos conclamar os queridos companheiros, aqui congregados, a que não se permitam atormentar pelos trovões que se fazem ouvir sobre as cabeças humanas, ameaçadores, tampouco esfriar o bom ânimo, considerando que o Cristo vela sempre. Que não se deixem abater em razão de ainda não terem, porventura, alcançado as excelentes condições para o ministério espírita, certos de que o tempo é a magna oportunidade que nos concede o Senhor. Que ponham mãos à obra, confiantes e vibrantes, certos de que os verdadeiros amigos de Jesus caminham felizes, apesar das lutas e das lágrimas, típicas ocorrências das experiências, das expiações e das provas.
Marchemos devotados, oferecendo, na salva da nossa dedicação, o melhor que o Espiritismo nos ensina, o melhor do que nos apresenta para os que se perdem nas alamedas do medo, da desesperança e da ignorância a nossa volta.
Hoje, entre os amigos espíritas, encontramos maior ânimo para a superação dos nossos próprios limites, o que configurará, ao longo do tempo a superação dos limites do nosso honroso Movimento Espírita.
Sejamos pregadores ou médiuns, evangelizadores, escritores ou servidores da assistência social, não importa. Importa que nos engajemos, todos, nos labores do Codificador, plenificando-nos da grande honra de cooperar com os excelsos interesses do Insuperado Nazareno.
O tempo é hoje, queridos irmãos. O melhor é o agora, quando nos entrelaçamos para estudar, confraternizar e louvar a Jesus com os corações em clima festivo.
Certos de que o Espiritismo é roteiro de felicidade e bandeira de luz, que devemos içar bem alto sobre o dorso do planeta, abracemo-nos e cantemos, comovidos: Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus!
Com extremado carinho e votos de crescente progres­so para todos, em suas lidas espiritistas, quero despedir-me sempre devotada e servidora pequenina.
Olympia Belém.

[1]
- Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira no dia 03.09.95, no encerramento da X Confraternização Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

O TEMPO

“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.” — Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 6.)

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

Livro: Caminho Verdade e Vida.
Chico Xavier/Emmanuel.

NISTO CONHECEREMOS

"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)

Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.

DOUTRINAÇÕES

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus." — Jesus. (LUCAS, capítulo 10, versículo 20.)

Freqüentemente encontramos novos discípulos do Evangelho exultando de contentamento, porque os Espíritos perturbados se lhes sujeitam.

Narram, com alegria, os resultados de sessões empolgantes, nas quais doutrinaram, com êxito, entidades muita vez ignorantes e perversas.

Perdem-se muitos no emaranhado desses deslumbramentos e tocam a multiplicar os chamados "trabalhos práticos", sequiosos por orientar, em con-tactos mais diretos, os amigos inconscientes ou infelizes dos planos imediatos à esfera carnal.

Recomendou Jesus o remédio adequado a situações semelhantes, em que os aprendizes, quase sempre interessados em ensinar os outros, esquecem, pouco a pouco, de aprender em proveito próprio.

Que os doutrinadores sinceros se rejubilem, não por submeterem criaturas desencarnadas, em desespero, convictos de que em tais circunstâncias o bem é ministrado, não propriamente por eles, em sua feição humana, mas por
emissários de Jesus, caridosos e solícitos, que os utilizam à maneira de canais para a Misericórdia Divina; que esse regozijo nasça da oportunidade de servir ao bem, de consciência sintonizada com o Mestre Divino, entre as certezas
doces da fé, solidamente guardada no coração.

A palavra do Mestre aos companheiros é muito expressiva e pode beneficiar amplamente os discípulos inquietos de hoje.

Livro: Caminho Verdade e Vida.

Chico Xavier/Emmanuel.

FILHOS DA LUZ

FILHOS DA LUZ"Andai como filhos da luz." - Paulo.

(EFÉSIOS, 5:8.)Cada criatura dá sempre notícias da própria origem espiritual.

Os atos, palavras e pensamentos constituem informações vivas da zona mental de que procedemos.

Os filhos da inquietude costumam abafar quem os ouve, em mantos escuros de aflição.

Os rebentos da tristeza espalham o nevoeiro do desânimo.

Os cultivadores da irritação fulminam o espírito da gentileza com os raios da cólera.

Os portadores de interesses mesquinhos ensombram a estrada em que transitam, estabelecendo escuro clima nas mentes alheias.

Os corações endurecidos geram nuvens de desconfiança, por onde passam.

Os afeiçoados à calúnia e à maledicência distribuem venenosos quinhões de trevas com que se improvisam grandes males e grandes crimes.

Os cristãos, todavia, são filhos da luz.E a missão da luz é uniforme e insofismável.Beneficia a todos sem distinção.

Não formula exigências para dar.Afasta as sombras sem alarde.

Espalha alegria e revelação crescentes.Semeia renovadas esperanças.Esclarece, ensina, ampara e irradia-se.

Vinha de Luz

Chico Xavier/André Luiz


QUEM LÊ, ATENDA

"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)

Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.

Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.

Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.

O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.

Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.

A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.

É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.

O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

Livro; Vinha de Luz
Chico Xavier/Emmanuel